quarta-feira, 6 de julho de 2016

Aprender brincando

Aprender brincando é mais divertido para toda criança.  Por isso, a Fundação Dorina Nowill para Cegos desenvolveu o Braille Brinks: peças ao estilo do brinquedo Lego adaptadas para corresponderem a cada letra do alfabeto, ajudando no aprendizado de crianças que não enxergam ou com baixa visão.  Aí, montar e descobrir as letras vira brincadeira.  "Nas escolas existem as máquinas de escrever que perfuram o papel. Com as pecinhas é diferente.  Se eu errei, tiro uma e coloco outra no lugar", observa Arthur Sacek, especialista em desing de Lego e que trabalhou no projeto.  Hoje o Braille Briks já ajuda 300 crianças em várias instituições e a proposta da Fundação é influenciar fabricantes de diversos países a produzir o acessório.
Quem quiser participar da campanha e incentivar a adoção em mais países, pode usar a # Braille BricksForAll nas redes sociais.  Um exemplo sensível de como é possível transformar a relação das crianças com o aprendizado de forma lúdica, para além de qualquer limitação.

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Muitas crianças da África do Sul não têm como levar livros e cadernos para para a escola por falta de mochila.  Além disso, à noite, não conseguem fazer a lição pela ausência de eletricidade em casa. Diante dessa realidade, três mulheres sul-africanas criaram a Repurpose School Bag, uma bolsa resistente e feita com materiais recicláveis. Junto à mochila existe ainda um pequeno painel solar que retém a luz natural, captada no trajeto entre a casa e a escola. Essa energia é suficiente para alimentar uma lâmpada por até 12 horas. A ótima invenção tem garantido o estudo de vários estudantes.

Revista Vida Simples/dezembro 2015

terça-feira, 26 de abril de 2016

quarta-feira, 16 de março de 2016

Dia a dia com ela

Veja o que você pode fazer para ajudar sua filha a transpor as dificuldades impostas pelo transtorno:


  • Crianças com TDAH precisam de regras e organização.  Estabeleça horários fixos para as atividades.  Marque o cronograma diário em um mural e insista para que ela use uma agenda.
  • Sugira aos educadores da sua filha que combinem gestos discretos para alertá-la quando estiver desatenta.  Ela certamente irá recuperar o foco, sem necessidade de repreensão na frente dos colegas.
  • Por necessitar tanto de rotina, as pacientes, têm dificuldade em lidar com imprevistos.  Explique que, de vez em quando, eles acontecem e ensine a lidar com a frustração e a raiva.
  • Pode ser que ela precise ser lembrada, todos os dias, de escovar os dentes ou de apertar a descarga, por exemplo.  Que tal pregar bilhetes na parede ou programar alarmes no celular?
  • Você vai ter que ajudar no checklist.  Confira com ela, todas as noites, se o material do dia seguinte está em ordem.
  • Jogos de estratégia, como o da velha, xadrez e outros de tabuleiro, exercitam a atenção e são ótimos estímulos.
  • O local de estudo tem de ser limpo, sem estímulos visuais, para evitar dispersão.  Lembre-se que a criança com TDAH não consegue se concentrar por muito tempo.  Ou seja, tudo bem se ela fizer uma pausa a cada 20 minutos para tomar água, desde que retome a atividade e mantenha um bom ritmo.  Só não vale largar a tarefa para ver televisão, por exemplo.


Fonte: Cynthia Wood, psicóloga e psicopedagoga da Associação Brasileira de Pedagogia

                                    

Meninas no mundo da lua

Características nada óbvias das meninas com TDAH:


  • Elas tendem a ser tímidas e retraídas.  Evitam se expor em situações sociais e vivem com o pensamento distante, sem assimilar o que as pessoas dizem.
  • Têm dificuldade em se organizar, perdem objetos de uso rotineiro e o quarto delas costuma ser uma bagunça.  Podem ser consideradas estabanadas e desastradas.
  • Apresentam dificuldade para fazer lições de casa, com tendência a procrastiná-las ou perder o foco.  Os problemas de memória são frequentes.
  • Não raro, demonstram confusão em seu discurso.